Bons dias Caro Pai Natal,
Peço desculpa por só hoje me ter sido possível escrever-te este simbólico pedido,
no entanto tens que compreender que com a questão do mundo supostamente
voltar a acabar, achei que não valia a pena estar a chatear-te, mas pelos vistos
com um dia tão solarengo que temos hoje achei melhor escrever qualquer
coisinha para não ficar de mãos a abanar.
Por falar nisso era mesmo algo para as mãos que tinha em mente.
Como até tem estado um friuzinho esquisito e as minhas luvas da mota estão
a ir desta para melhor, umas luvas para a mota, quentinhas mas que não
prendam os movimentos, era mesmo o que eu queria.
Posto isto, se achares que tenho sido um mau menino, ou que o meu pedido
não é possível de atender, deixo ao teu critério / bom gosto o que me
prendar.
Joka Oliveira
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Bom Dia doce família.
Este ano decidi-me fazer pedidos que se regessem a qualquer carteira. Não me vou alongar com justificações porque presumo que seja fácil de concluir porquê - (uma facilidade bem triste, no entanto).
Sem mais demoras,
Os livros :
- A lógica da sensação, Gilles Deleuze
- Nietzsche, Gilles Deleuze
- Pulp, Charles Bukowski
- Dias felizes com Jamie Oliver, Jamie Oliver
- Nigella Bites, Nigella Lawson
- Comunidades Imaginadas, Benedict Anderson
- A Arte da Performance, Roselee Goldberg
- A Obra de Arte do Futuro, Richard Wagner
- O Humor e a Lógica dos Objectos de Duchamp, José Gil e Ana Godinho
- O destino das imagens, Jacques Rancière
- Be The Worst you can be, Charles Saatchi
Os filmes:
- Todo o tipo de documentários
- Série Completa Twin Peaks
- Qualquer filme do David Lynch, Felini ou Truffaut
Etc:
- Uma viagem à Alemanha em Fevereiro (lol)
- Qualquer coisa que achem essencial ao meu crescimento, diversão e felicidade
Um beijo de todo o tamanho, um abraço de todo o tamanho e umas saudades de todo o tamanho,
Rita Barbita
Rita Barbita
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Bons Dias Companheiros de Viagens. Hoje Estou Impossibilitada de Escrever de Uma Maneira Facilmente Lógica, Parece que Andam Por Aí Uns Bixinhos que Nos Comem Os Miolos e o Juízo.
Sendo Assim, Proponho-Me a Ser Breve:
Para os Abastados Companheiros de Falta de Lógica:
Um Monitor LCD PAra Poder Ver Uma Televisãozita De Vez Em Quando Cá Nas Caldas da Rainha, E um Filmito, E uma Sériezita, E Essas Coisas Que Só Me Fazem Perder a Razão.
Ou Então uma Viagem Daquelas Bem Low Cost Para Duas Pessoas Para Um Local Europeu de Vosso Agrado, Na Data que Mais Vos Der Prazer.
Para Os Menos Abastados, peço com toda a delicadeza e juízo:
http://www.ikea.com/pt/pt/catalog/products/20135300/#/60135299
Uma prateleira destas ou deste género em preto, para futuras arrumações.
Ou umas mantas e agasalhos, também é uma hipótese.
Sem Mais Demoras Ou Chatisses,
Até Em Homenagem Ao Grande Chefe Da Tribo que Nos Faz tanto Falta e Calor,
Rita, A Gaja Com Falta de Bom Senso.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Olá (Ugh).
Uma vez mais chegados da estação da caça, apresento-vos um conjunto de necessidades para a minha tribu.
Este ano não foi bom para nós.
Perdemos O Guia, a caçada não teve graça nem proveito, e ameaça-nos uma escassez de peles e gordura de bisonte, como parece que não tinhamos à 30 anos.
Perdemos igualmente uma das nossas mais avisadas Irmãs, para mim uma 3ª avó e, portanto, o ano não foi particularmente feliz.
Para acabar, o Conselho das Tribus elegeu (mal) um chefe-de-guerra que não promete nada, nem de bom nem de mau, e cujo nome, Humpá-pá Punkipah (Saltinhos-de-Coelho em latinária) é no mínimo, risível. Recordo com saudade chefes do passado, como Gerónimo (com G e que nunca esteve em Pirescoxe), Touro Sentado, Salix Maia, Três Cajados, que saberiam mandar aos "Mercadores" um Tomahawk, bem no meio da testa.
Como vêem, venho verrinoso e mesquinho, com vontade de bater em alguém, se possível com bastante força.
Agora, quanto ao assunto que me levou a enviar estes sinais de fumo.
Tendo em conta esta época de escassez de gordura de bisonte e peles do mesmo bicho, e a tristeza pesada que por vezes de mim se apossa (não tenho a certeza que esta palavra exista ou que a construção gramatical esteja remotamente correcta, mas enfim), venho solicitar que nesta quadra, me ponham no alforge esquerdo da sela (sem eu ver), o último disco do chefe Tomás Espera (em português Tom Waits). Se quiserem melhorar a prenda (já que este disquito custa praí 16€), gostaria igualmente, da edição do mesmo chefe, muito antiga, do disco "Blue Valentine". Sei que é difícil, mas não seguramente impossível.
Se não estiverem com paciência para procurar, poderão cumprir o vosso desígnio de dádiva ao próximo, através de um cheque-disco ou mesmo dinheiro vivo (nota: este ano, ainda não tenho terminal de multibanco acoplado).
Outra coisa que me fazia alguma falta era uma quinzena de férias em Cabo-Verde, mas imagino que está um poucochinho acima das vossas intenções.
Beijos (bastante másculos) e abraços (ainda mais másculos).
Ricardo, o penedo tranquilo.
Uma vez mais chegados da estação da caça, apresento-vos um conjunto de necessidades para a minha tribu.
Este ano não foi bom para nós.
Perdemos O Guia, a caçada não teve graça nem proveito, e ameaça-nos uma escassez de peles e gordura de bisonte, como parece que não tinhamos à 30 anos.
Perdemos igualmente uma das nossas mais avisadas Irmãs, para mim uma 3ª avó e, portanto, o ano não foi particularmente feliz.
Para acabar, o Conselho das Tribus elegeu (mal) um chefe-de-guerra que não promete nada, nem de bom nem de mau, e cujo nome, Humpá-pá Punkipah (Saltinhos-de-Coelho em latinária) é no mínimo, risível. Recordo com saudade chefes do passado, como Gerónimo (com G e que nunca esteve em Pirescoxe), Touro Sentado, Salix Maia, Três Cajados, que saberiam mandar aos "Mercadores" um Tomahawk, bem no meio da testa.
Como vêem, venho verrinoso e mesquinho, com vontade de bater em alguém, se possível com bastante força.
Agora, quanto ao assunto que me levou a enviar estes sinais de fumo.
Tendo em conta esta época de escassez de gordura de bisonte e peles do mesmo bicho, e a tristeza pesada que por vezes de mim se apossa (não tenho a certeza que esta palavra exista ou que a construção gramatical esteja remotamente correcta, mas enfim), venho solicitar que nesta quadra, me ponham no alforge esquerdo da sela (sem eu ver), o último disco do chefe Tomás Espera (em português Tom Waits). Se quiserem melhorar a prenda (já que este disquito custa praí 16€), gostaria igualmente, da edição do mesmo chefe, muito antiga, do disco "Blue Valentine". Sei que é difícil, mas não seguramente impossível.
Se não estiverem com paciência para procurar, poderão cumprir o vosso desígnio de dádiva ao próximo, através de um cheque-disco ou mesmo dinheiro vivo (nota: este ano, ainda não tenho terminal de multibanco acoplado).
Outra coisa que me fazia alguma falta era uma quinzena de férias em Cabo-Verde, mas imagino que está um poucochinho acima das vossas intenções.
Beijos (bastante másculos) e abraços (ainda mais másculos).
Ricardo, o penedo tranquilo.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
O que é que eu quero do Pai Natal
Bem, realmente não sei, não preciso de nada material, basta-me amor e afecto.
Mas para não "estragar o barato" do feliz contemplado, lembrei-me que eu não preciso, mas a minha burra sim!
Como o inverno está rigoroso, e não queremos que se constipe, precisa de um agasalho.
Traduzindo, estou a falar de uma capa para mota touring (pelo formato)
De resto, outra necessidade, e reiterando que disse no início, uns beijos e abraços sinceros são bem vindos.
Jorge
Mas para não "estragar o barato" do feliz contemplado, lembrei-me que eu não preciso, mas a minha burra sim!
Como o inverno está rigoroso, e não queremos que se constipe, precisa de um agasalho.
Traduzindo, estou a falar de uma capa para mota touring (pelo formato)
De resto, outra necessidade, e reiterando que disse no início, uns beijos e abraços sinceros são bem vindos.
Jorge
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Das pradarias e charnecas à beira-rio, chega de novo esta voz.
Na anterior estação de caça, pedi ao Grande Manitu umas botas para palmilhar caminhos e, sem surpresas, obtive-as e uso-as avonde.
Para este ano, gostaria que o Grande Espírito (do Natal), continuasse nesta senda campestre e me oferecesse algo que me amparasse nas paragens.
Decidi, após consulta a vários xamãs, que queria um novo tepee, que para os mais desatentos é uma tenda. Para 4 pessoas e fácil de montar/desmontar.
Pode ser grande. Transportável, pois tenho especial apreço pelo nomadismo, deverá caber num cavalo ou mesmo num carro, que não tenho tenções de a andar a passear pelo campo.
Pesquisei um pouco e verifiquei que em algumas mudas de diligência da Wells & Fargo, se vendem vários modelos interessantes.
Em pele de Bufallo são bonitas e duram várias estações de caça, mas são pesadas e o transporte dos varais é sempre complicado.
Tive visões de uns modelos ousados, fabricados pelo grande pai branco, que são feitos de uma pele fininha, de cão-da-pradaria ou assim, e que abrem mais rápido que uma ferroada de cascavél. Isto interessou-me sobremaneira.
Falei com a minha Squaw que achou a ideia interessante e referi o assunto também aos meus pequenos papooses, que naturalmente não ligaram nenhuma.
Portanto estamos conversados.
Como não adivinhas o modelo que apareceu na minha visão, sugiro que me tragas um contributo para este desidério, na forma de colares de conchas, potes de barro ou um Cheque-compra daquela muda junto à Mina do Alemão Perdido, que tem uma sucursal em Canyon Apache perto de El Paso, e que pertence aos brancos da Decathlon.
Espero de ti apenas, que possas contribuir para que eu a venha a adquirir, e partir depois do próximo degelo para as serranias de Gredos no território vizinho dos mohicanos.
Na anterior estação de caça, pedi ao Grande Manitu umas botas para palmilhar caminhos e, sem surpresas, obtive-as e uso-as avonde.
Para este ano, gostaria que o Grande Espírito (do Natal), continuasse nesta senda campestre e me oferecesse algo que me amparasse nas paragens.
Decidi, após consulta a vários xamãs, que queria um novo tepee, que para os mais desatentos é uma tenda. Para 4 pessoas e fácil de montar/desmontar.
Pode ser grande. Transportável, pois tenho especial apreço pelo nomadismo, deverá caber num cavalo ou mesmo num carro, que não tenho tenções de a andar a passear pelo campo.
Pesquisei um pouco e verifiquei que em algumas mudas de diligência da Wells & Fargo, se vendem vários modelos interessantes.
Em pele de Bufallo são bonitas e duram várias estações de caça, mas são pesadas e o transporte dos varais é sempre complicado.
Tive visões de uns modelos ousados, fabricados pelo grande pai branco, que são feitos de uma pele fininha, de cão-da-pradaria ou assim, e que abrem mais rápido que uma ferroada de cascavél. Isto interessou-me sobremaneira.
Falei com a minha Squaw que achou a ideia interessante e referi o assunto também aos meus pequenos papooses, que naturalmente não ligaram nenhuma.
Portanto estamos conversados.
Como não adivinhas o modelo que apareceu na minha visão, sugiro que me tragas um contributo para este desidério, na forma de colares de conchas, potes de barro ou um Cheque-compra daquela muda junto à Mina do Alemão Perdido, que tem uma sucursal em Canyon Apache perto de El Paso, e que pertence aos brancos da Decathlon.
Espero de ti apenas, que possas contribuir para que eu a venha a adquirir, e partir depois do próximo degelo para as serranias de Gredos no território vizinho dos mohicanos.

Ugh!
(esta comunicação com os espíritos é da autoria de Nachez/Ricardo, pois que se lhe acabou o meszcal e teve que pedir emprestado o da sua Squaw)
Subscrever:
Comentários (Atom)
